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A mente pode fazer adoecer ou curar

Existe, dentro da Medicina, uma corrente que procura explicar todos os eventos como fatos moleculares. Acham seus representantes que só existe a matéria e que todos os fenômenos não perceptíveis pelos sentidos ou não demonstráveis na matéria simplesmente não existem. É um conceito um pouco estranho, porque, depois da teoria da relatividade, de Einstein, sabe-se que tudo no Universo é energia e que a matéria é apenas um estado da energia.

De todos os tipos de energia os sentidos humanos só têm capacidade de captar quatro: luz, cor, som e eletricidade, esta última a partir de certa intensidade. Além desses quatro existem os raios X , os raios gama, as ondas de rádio, as microondas e um número não conhecido de outras energias. Tudo o que existe tem determinado nível de energia. A matéria sólida é o nível mais baixo da energia. O que separa a matéria de um pensamento é apenas a freqüência vibratória.

A corrente materialista chega a afirmar que a mente é um produto do cérebro, embora ninguém saiba exatamente o que é a mente e nem os materialistas saibam por que secreções o cérebro geraria a mente.

Sabe-se, entretanto, que a mente causa efeitos no corpo, sendo o estresse psicológico, isto é, todo o conjunto de alterações físicas decorrentes de pensamentos de medo ou preocupação um dos campos de maior interesse da Medicina atualmente, visto que um grande número de doenças está comprovadamente ligado à elaboração de pensamentos de tensão.

A cura de uma dermatose pelo entendimento

Tive uma paciente, de 48 anos, que me apresentou um quadro dermatológico estranho. Eram lesões avermelhadas e inchadas, elevadas, que surgiram em várias partes do corpo e nelas permaneceram. Por vezes, alguma lesão desaparecia, mas outra surgia, em outra área. A paciente sentia coceira ocasional e irregular.

Ela já havia sido estudada por um grupo de dermatologistas num hospital, que não haviam chegado a uma conclusão clínica. Fora feita uma biópsia da pele. Tampouco o patologista dera um laudo conclusivo. Isso durava havia mais de um ano.

Quando a examinei, chamou-me a atenção seu estado de tensão e a maneira agitada como se expressava. Prescrevi um creme antiinflamatório para observar como reagiria sua pele.

Duas semanas depois, ela me mostrou uma leve melhora em algumas lesões, mas o quadro geral permanecia o mesmo. Detive-me no seu comportamento e obtive algumas informações sobre sua vida. Adicionei alguns outros medicamentos sintomáticos, porque não tinha tido ainda condição de concluir sobre a doença que a acometia, já que o aspecto era inespecífico.

Na terceira vez, tive uma conversa bastante objetiva sobre seu comportamento, sobre a maneira como estava enfrentando situações da vida, expliquei-lhe como essas tensões poderiam estar influenciando sua pele e como poderia, com simples mudanças na percepção dos fatos, ajudar sua pele a melhorar. Nessa consulta, sugeri-lhe uma formulação de essências florais. Foi a última vez que a vi. Achei até que se enfadara com o enfoque que lhe propus.

Um ano depois, ela me telefonou e me afirmou que, com aquela conversa, entendera o que se passava com ela e a doença desaparecera por completo.

Não sei o que a paciente teve. Nem o patologista sabe até hoje. Ficou claro, porém, que o simples entendimento de que poderia mentalmente estar causando a dermatose, ou a imaginação de que a causara, fez com que uma erupção de mais de um ano sumisse magicamente. Com certeza, não foram os medicamentos prescritos, porque anteriormente ela já tinha usado outros remédios semelhantes, todos inespecíficos. A cura se processou num nível fora da matéria, assim como a doença possivelmente teve origem nesse nível.

A cada dia, encontram-se casos como esse em que ocorrências mentais, emocionais ou espirituais desafiam explicações materiais. É de lembrar a afirmação do cientista Paul Weiss: “Não existe nenhum fenômeno num sistema vivo que não seja molecular, mas tampouco existe um que seja unicamente molecular”.

Colaboração: Dr. Roberto Azambuja – Dermatologista

 

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