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Dermatoscopia evita cirurgias desnecessárias

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Sinais escuros (nevos pigmentados) são muito freqüentes e podem estar presentes ao nascimento ou surgir ao longo da vida.

Os nevos pigmentados podem evoluir para um tipo de câncer da pele, o melanoma, e devemos estar atentos para esta possibilidade.

Felizmente, tal transformação ocorre apenas numa minoria dos casos e, como estas lesões podem ser facilmente examinadas, é possível a retirada dos sinais com suspeita de transformação, evitando problemas futuros para a saúde decorrentes do melanoma.

Como suspeitar que um sinal pode ser perigoso

Observando-se as características dos sinais é possível desconfiar que um sinal pode ser perigoso. Deve-se suspeitar dos sinais escuros que:

  • sofram modificações como: crescimento, mudança de cor ou formato;
  • apresentem sintomas como: coceira, dor, ardência ou sangramento;
  • sejam assimétricos, com bordas irregulares, coloração variada e tamanho maior que 6 milímetros.

É importante ressaltar que nem todos os sinais precisam ser retirados. Por isso, para evitar cirurgias desnecessárias, é fundamental uma avaliação precisa da lesão.

Dermatoscopia permite avaliação mais precisa

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A dermatoscopia é um exame que permite uma avaliação mais criteriosa dos nevos, possibilitando a detecção de detalhes não perceptíveis a olho nu e a medição precisa do tamanho das lesões, como pode ser observado no exemplo ao lado.

Além disso, com o aparelho acoplado a uma máquina fotográfica digital, é possível registrar a imagem para um acompanhamento evolutivo, que permite reconhecer precocemente alterações que justifiquem a retirada do sinal.

Desta forma, se as características do nevo são boas e ele permanece inalterado ao longo dos anos, não é necessária a sua remoção, evitando-se os riscos de cicatrizes inestéticas decorrentes das cirurgias. Se ocorrerem mudanças indicativas de transformação para um melanoma, o nevo pode ser removido.

 

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima – Dermatologista

 

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