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Filtros solares reprovados em testes.

A Associação Pro-Teste Consumidores (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) colocou em dúvida a formulação e a eficiência de alguns filtros solares comercializados no Brasil incluindo uma tabela com os filtros solares testados como se fosse de autoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

No entanto, este teste não foi submetido à análise da SBD e a tabela utilizada pelos jornais O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde em suas respectivas matérias repercutindo o assunto não é de sua autoria.

A SBD informa que, após a publicação da matéria, recebeu uma Carta-ofício encaminhada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor tecendo explicações sobre o teste realizado com o produto “protetor solar”. Salienta, no entanto, que não teve acesso às análises técnicas efetuadas que serviram como base para os resultados publicados.

Comunicado da SBD

Em relação aos principais dados apresentados, a Sociedade Brasileira de Dermatologia apresenta sua posição abaixo:

Quanto à composição

– O Benzofenona-3 é permitido em concentrações de até 10%, em conformidade com o disposto na RDC 47/06 da Anvisa. O ingrediente é largamente utilizado como filtro UVA em diferentes produtos há muitos anos no Brasil. Sendo também permitido em países da União Européia e Estados Unidos.

A COLIPA (“European Cosmetic, Toiletry and Perfumary Association”), através do Comitê  Científico para Produtos de Consumo (SCCP) emitiu parecer em 2008, onde conclui que o uso da Benzofenona-3 como filtro UV em fotoprotetores não oferece riscos à saúde da população, conclusão essa baseada em estudos toxicológicos realizados.

Desta forma, a SBD entende que, à luz do conhecimento atual, não há justificativas para recomendar a proibição da Benzofenona-3 em protetores solares.

Quanto à Proteção UVB (FPS) e Resistência a água

– A SBD entende que para aferir o FPS e a resistência a água deve ser utilizado o teste in vivo com voluntários humanos, seguindo normas do FDA (Food and DrugAdministration) e COLIPA(“European Cosmetic, Toiletry and Perfumary Association”) que são as recomendadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O Pro Teste se utilizou da técnica in vitro baseada em leitura espectrofotométrica e com baixa correlação para o estudo in vivo.

Quanto à Proteção UVA

– O Pro Teste realizou o teste de PPD in vitro, publicado pela COLIPA (“European Cosmetic, Toiletry and Perfumary Association”) como alternativa ao PPD in vivo. Porém, ainda não existe um consenso internacional sobre o melhor método para a avaliação da proteção UVA. Os países que compõem o MERCOSUL estão revendo os critérios e regras para o nível de proteção UVA, além das metodologias a serem empregadas. Assim, a quantificação do UVA depende da metodologia empregada.

Quanto à  Fotoestabilidade

A descrição do método no ofício para determinação da fotoestabilidade apresentada no estudo realizado pela PRO TESTE é bastante vaga, dificultando a interpretação dos resultados pela SBD. Como não existe ainda método referência para avaliação de fotoestabilidade, a SBD entende que, sem a melhor descrição do método, não há condições para sua avaliação.

A importância do uso de filtros solares

Por fim, a SBD frisa a importância da população se proteger do sol, através do uso de bonés, roupas e filtros solares. O uso adequado de filtro solar continua sendo recomendado para a prevenção do dano solar agudo e crônico, particularmente na prevenção do câncer cutâneo.

Fonte: Comunicado da SBD aos associados (04/12/2009).

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