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Isotretinoína e depressão

A isotretinoína (medicamento utilizado para o tratamento da acne grave) e os efeitos psiquiátricos atribuídos a ela, têm recebido considerável atenção da mídia nos últimos anos. Diferentes estudos vem sendo realizados para investigar a existência ou não de uma ligação entre a terapia e quadros de ansiedade, depressão e tentativa de suicídio.

Em um deles, foram incluídos 45 pacientes portadores de acne resistente aos tratamentos convencionais. O tratamento foi realizado com as doses normalmente preconizadas e os pacientes acompanhados durante 16 semanas de tratamento. O grau de ansiedade e de sintomas depressivos foi avaliado antes e após o término do tratamento.

Nos 23 pacientes que completaram o estudo foi observada uma redução nos escores de ansiedade e de depressão, não tendo ocorrido nenhuma tentativa de suicídio. O estudo concluiu que não foi possível detectar qualquer associação entre o uso de isotretinoína e o aumento do risco de ansiedade, depressão ou idéias suicidas.

Isotretinoína e risco de depressão

Em outro estudo, a proposta era de investigar mais profundamente a possível associação entre o uso do medicamento e o risco de depressão, sintomas psicóticos e suicídio. Foram analisados os dados de pacientes acneicos, comparando-se a ocorrência destes sintomas entre pacientes tratados com isotretinoína e pacientes tratados com antibióticos.

O estudo utilizou dados de 7.535 usuários de isotretinoína e de 14.376 usuários de antibióticos orais tratados no Canadá e no Reino Unido e concluiu que não foi possível fornecer evidências de que o uso da isotretinoína esteja associado a um risco maior de depressão, suicídio ou demais distúrbios psiquiátricos.

Por outro lado, um estudo realizado com 213 pessoas entre 17 e 25 anos, dividiu-as em 5 grupos: um grupo de pessoas sem acne, e 4 grupos de pacientes com acne, sendo 1 tratado com isotretinoína dose completa, 1 tratado com isotretinoína em mini-doses, 1 utilizando tratamento convencional e 1 sem tratamento.

Para comparar os resultados, foram aplicadas tabelas de testes para depressão e ansiedade nos pacientes e os resultados mostraram que os pacientes de acne tratados com isotretinoína tinham mais sintomas de depressão do que aqueles que não estavam tomando a droga, porém não foi encontrada relação entre o uso da droga e ansiedade.

Resultados ainda não permitem uma conclusão final

A opinião do FDA (órgão que regulamenta o uso de medicamentos nos Estados Unidos) é que ainda não há uma conclusão final sobre o assunto, tendo emitido um alerta recomendando que pacientes em uso de isotretinoína devem ser observados quanto a sintomas de depressão como: mau humor, irritabilidade, raiva, perda de prazer ou interesse em atividades sociais ou esportivas, sono demais ou de menos, perda de peso ou apetite, diminuição no rendimento escolar ou no trabalho, dificuldade de concentração ou pensamentos suicidas.

Fonte: MEDNEWS, Dermlist, FDA.

Saiba mais sobre o tratamento da acne com a isotretinoína (Roacutan).

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