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Granuloma anular

O que é?

O granuloma anular é uma doença inflamatória, de causa desconhecida, que leva à degeneração do tecido colágeno. Acredita-se que pode ser devida a uma reação imune do organismo a diversos agentes.

É mais frequente em crianças e mulheres jovens e pode estar relacionada ao diabetes, principalmente no caso de lesões disseminadas.



Manifestações clínicas do granuloma anular

O granuloma anular é caracterizado por lesões elevadas, da cor da pele ou discretamente avermelhadas que vão aumentando de tamanho e ganhando aspecto em anel, daí o nome anular.

Estes anéis podem ser pequenos ou chegar a vários centímetros de tamanho, e as lesões podem ser únicas ou múltiplas. É raro ocorrerem sintomas associados, podendo haver prurido (coceira) discreto.

granuloma anular

Granuloma anular no dorso do dedo da mão

Nem sempre o aspecto é em anel, as lesões podem aparecer como pequenos pontos elevados e, até mesmo, formar placas maiores. Em alguns casos elas se disseminam por todo o corpo. As localizações mais frequentes são o dorso das mãos e dos pés, mas pode atingir qualquer região.

O diagnóstico pode ser confirmado através de uma biópsia, quando um pedaço da pele é enviado para ser examinado no microscópio. Um fenômeno interessante é que a lesão biopsiada pode sofrer regressão espontânea após o procedimento.

Após a regressão das lesões, manchas residuais mais escuras que a pele normal podem persistir nos locais afetados pela doença.

Tratamento

O granuloma anular pode regredir espontaneamente em alguns meses a dois anos ou mais, dependendo da extensão do quadro. Em algumas pessoas a doença pode persistir por vários anos.

O tratamento é feito com corticosteróides intra-lesionais ou aplicados sobre a lesão, com ou sem oclusão e deve ser determinado pelo médico dermatologista. Em casos mais extensos, medicações por via oral podem ser necessárias.

Baseado na regressão espontânea após a biópsia, a realização de puncturas nas lesões também pode levar ao seu desaparecimento, assim como a crioterapia com nitrogênio líquido.

 

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima – Dermatologista

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