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Ácido L-polilático

Nova aposta para combater a flacidez facial

O mercado de substâncias que garantem acabar com as rugas e retardar o envelhecimento da pele não pára de crescer. A nova aposta é o ácido L-polilático, que chega ao Brasil nos próximos meses com o nome de Sculptra, do laboratório Aventis.

O produto é aplicado no consultório do dermatologista, da mesma forma que outras substâncias usadas no preenchimento das rugas. A diferença, garante o fabricante, está no fato de que o Sculptra não apenas dá mais firmeza à pele como também reativa a produção de colágeno.

Na prática, o produto já está no mercado há cinco anos, com o nome de New Fill. A substância era usada principalmente para o tratamento da lipodistrofia facial, problema que atinge pacientes em tratamento anti-HIV, provocando um aspecto encovado no rosto. Agora, segundo os médicos, a substância sofreu modificações tornando-se mais acessível para o preenchimento das rugas.

Para pacientes acima de 40 anos

A diferença do ácido L-polilático para as outras formas de preenchimento está no combate à flacidez. A indicação do produto é para pacientes acima dos 40 anos. A substância deve ser aplicada em vários pontos diferentes do rosto, em formato de rede, enquanto as outras substâncias são aplicadas diretamente nas rugas.

Os efeitos indesejáveis são hematomas e vermelhidão, praticamente os mesmos que os provocados por outras substâncias usadas no preenchimento das rugas. Além do uso contra rugas, o produto também pode ser utilizado na correção de cicatrizes de acne e catapora.

Ácido hialurônico é o mais seguro

Até agora, a substância mais utilizada para o preenchimento de rugas é o ácido hialurônico (Restylane, Perlane, Juvederm). O produto é usado para combater principalmente os sulcos faciais. O ácido hialurônico faz parte dos preenchimentos que são totalmente absorvidos pelo organismo, está há 10 anos no mercado e seus efeitos colaterais são bem conhecidos, representando o que há de mais seguro entre os preenchedores disponíveis no mercado.

Fonte: Diário de São Paulo (artigo de Regiane Monteiro).

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