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| Adesivo radioativo para o tratamento de câncer da pele
O adesivo, que contém o composto fósforo-32, libera radiação beta para a pele sem provocar toxicidade para o organismo e foi testado em 8 pessoas que tinham o câncer na face. Carcinoma basocelular O carcinoma basocelular, apesar de ser um câncer de pele de baixa letalidade, deve ser tratado para evitar o seu crescimento e invasão de tecidos próximos, principalmente quando localizado perto de orifícios naturais como os olhos, o nariz e a boca, quando pode ser tornar agressivo. Carcinoma basoceluar Este tipo de tumor é geralmente tratado com métodos cirúrgicos e, dependendo do tamanho e localização, a cirurgia pode deixar cicatrizes inestéticas ou ser de difícil realização. O adesivo radioativo se apresenta como uma alternativa de tratamento. Ausência de toxicidade para o organismo Os adesivos radioativos utlizados nos pacientes que participaram do estudo foram produzidos de acordo com o tamanho e o formato do câncer de pele de cada pessoa e aplicados sobre o local afetado durante 3 horas por dia, por 3 dias consecutivos. O tratamento apresentou poucos efeitos colaterais locais e resultou em marcas pequenas. Depois de 3 meses, as biópsias das áreas tratadas não apresentavam sinais residuais da doença. De acordo com os pesquisadores, o fósforo-32 tem um limite de ação que não atinge os ossos abaixo da pele e nem os vasos sanguíneos. Assim, não provoca nenhuma toxicidade para o resto do corpo, o que foi demonstrado através de exames realizados nos pacientes do estudo. Fonte: Society of Nuclear Medicine (10/06/2009) Saiba mais sobre o carcinoma basocelular. Veja também
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