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Manchas senis e laser: tratamento com excelentes resultados

As “manchas senis”, conhecidas pelo termo médico de lentigos ou melanoses solares, são manchas causadas pelo sol que incide sobre a nossa pele ao longo de nossas vidas.

As melanoses solares costumam aparecer a partir da quinta década de vida e se localizam preferencialmente nas áreas expostas da pele, como por exemplo, face, colo, e mãos.

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Elas podem ser de diversos tamanhos desde milímetros até poucos centímetros, sendo estas maiores, na maioria das vezes, causadas pela confluência de diversas manchas pequenas.

Pele clara e tempo de exposição ao sol

A intensidade do aparecimento depende de vários fatores. Os principais são o tipo de pele de cada indivíduo – quanto mais clara a pele, maior tendência a ter estas manchas – e o tempo de exposição deste indivíduo ao sol durante toda a sua vida.

Pessoas de pele clara, que trabalham expostas ao sol, ou tenham o hábito de frequentar com frequência ambientes ensolarados, como a praia e a piscina, devem usar diariamente protetor solar como uma forma de prevenção das indesejadas “manchas senis”.

Manchas senis e laser: tratamento é eficaz

O tratamento destas manchas pode ser feito de diversas maneiras: produtos clareadores, peelings químicos, cauterização química, criocirurgia, eletrocirurgia, microdermoabrasão, dermoabrasão, luz intensa pulsada e laser.

manchas senis e laser
Imagem cedida pelo Dr. Roberto Barbosa Lima

A inclusão do laser no arsenal terapêutico das “manchas senis” trouxe um excelente e rápido tratamento para eliminá-las.

Existem vários tipos de aparelhos a laser para tratar esta desordem, assim como aparelhos de Luz Intensa Pulsada. Estes devem atuar superficialmente na pele, sem a necessidade de qualquer tipo de anestesia, pois a aplicação é indolor.

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Logo após a sessão, as manchas escurecem, como tivessem sido queimadas. Ocorre a formação de uma crosta no local da aplicação, que se desprende da pele em 7 a 10 dias, deixando uma superfície rosada, característica de uma pele recém-formada. Nestas áreas é obrigatório uso de protetor solar diário.

Após uma ou duas aplicações com intervalo de 1 mês, os resultados são surpreendentes. Raramente ocorrem efeitos colaterais. A única contra-indicação para a pessoa realizar este procedimento é estar com a pele bronzeada.

Colaboração: Dr. Alexandre FilippoDermatologista Sócio Titular da SBD

Dr. Roberto Barbosa Lima

Coordenador do Dermatologia.net

Especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

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