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Polifenóis da alcachofra: Vigilância Sanitária proíbe o seu uso

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão, em todo o território nacional, de importação, fabricação, manipulação, distribuição, comércio e uso do extrato de polifenol de alcachofra. O produto vem sendo empregado na forma injetável para o tratamento de gordura localizada e não há comprovação científica que garanta a qualidade, segurança e eficácia dos polifenóis de alcachofra para fins estéticos.

A Anvisa já havia determinado a suspensão de propaganda, publicidade e promoção de tratamento com polifenóis de alcachofra veiculadas nos meios de comunicação, inclusive a internet e, agora, proibiu também o seu uso.

A medida foi adotada porque as campanhas e matérias publicitárias sobre o produto não esclarecem o consumidor sobre os riscos à saúde provocados pelo uso de medicamentos injetáveis à base de polifenóis, induzindo ao uso indiscriminado.

Os motivos da proibição dos polifenóis da alcachofra

Para tomar a decisão de proibir o uso dos polifenóis a Anvisa considerou que:

  • é direito básico do consumidor, a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
  • não existe comprovação científica que garanta qualidade, segurança e eficácia do extrato de polifenol de alcachofra e Cryssanthellium com indicação de tratamento estético;
  • as campanhas e matérias publicitárias não esclarecem o consumidor sobre os riscos à saúde provocados pelo uso de medicamentos injetáveis a base de polifenois, induzindo ao uso indiscriminado do produto.

Multas pesadas para quem desrespeitar a proibição

As empresas, distribuidores e estabelecimentos que desrespeitarem as determinações da Anvisa podem ser notificados e multados em valores que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. As vigilâncias sanitárias locais são responsáveis pela fiscalização da resolução.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

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