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Toxina botulínica (Botox): o fim dos pés de galinha

Botox®, Dysport®, Xeomin® e Prosigne® são nomes comerciais da toxina botulínica, substância produzida pela bactéria causadora da doença botulismo.

Inicialmente utilizada pela Oftalmologia e Neurologia para correção de contrações musculares involuntárias, há vários anos vem sendo usada na Dermatologia para a correção das rugas dinâmicas, com ótimos resultados.

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As rugas dinâmicas, ou rugas de expressão, são aquelas provocadas pela contração muscular da mímica facial, que leva, ao longo do tempo, à formação de vincos permanentes na pele.

Como atua a toxina botulínica?

A toxina botulínica atua impedindo a contração dos músculos faciais que dão origem às rugas. Com a interrupção da contração, ocorre o relaxamento muscular e as rugas se atenuam.

Os principais locais da face onde pode ser utilizada são a região frontal (testa), a glabela (entre os supercílios) e região peri-orbitária (“pés de galinha”).

toxina botulínica
Toxina botulínica para tratamento dos “pés de galinha”

Aplicação e resultados

A aplicação da toxina botulínica deve ser realizada apenas por médicos e pode ser feita no consultório. A substância é injetada em pontos específicos dos músculos responsáveis pela mímica facial que estão causando as rugas.

Estes pontos são selecionados de acordo com as características de cada pessoa, assim como a dose necessária para se obter o efeito desejado deve ser determinada individualmente.

A aplicação em locais inadequados ou o uso de doses erradas pode acarretar resultados indesejados, como desvios musculares ou expressões de aspecto “artificial”, por isso, recomenda-se que o tratamento seja feito por médico capacitado e treinado.

Por ser injetada com uma agulha muito fina, a maioria das pessoas relata que é perfeitamente suportável a sensação da picada. Pessoas mais sensíveis podem utilizar um creme anestésico, colocado 30 a 60 minutos antes do procedimento, para atenuar o incômodo.

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Os resultados começam a aparecer em cerca de 48 horas e atingem o efeito máximo em 2 semanas. O procedimento deve ser repetido a cada 4 meses para a sua manutenção. Este tempo pode variar de acordo com cada pessoa e o procedimento pode ser repetido diversas vezes.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais são raros, mas pode ocorrer dor de cabeça leve e transitória logo após a aplicação e também a formação de pequena equimose (“mancha roxa”) no local de uma ou outra picada da agulha.

A ptose palpebral (abaixamento da pálpebra superior) pode ocorrer em 1% dos casos, sendo reversível em cerca de 2 semanas. Para evitar riscos de ptose palpebral, quem se submete à técnica não deve se deitar ou manipular os locais da aplicação durante 4 horas após o procedimento.

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Publicado por: Dr. Roberto Barbosa Lima – Dermatologista Titular da SBD
Site: www.barbosalima.com.br
Instagram: @dr.robertobarbosalima

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Dr. Roberto Barbosa Lima

Coordenador do Dermatologia.net

Especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

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